domingo, 12 de junho de 2011

Fazendo a escolha certa do Cônjuge  
Autor(a): Pr. Josué Gonçalves

Namoro - Noivado - Casamento
O dicionário define namoro como cortejar, inspirar amor, apaixonar, cativar,
desejar ardentemente, empregar todos os esforços para obter, ficar encantado
etc. Sempre que tratamos deste tema, a pergunta que mais ouvimos é: O namoro é
bíblico? A Bíblia não fala de namoro, o que não significa afirmar que os
jovens daquele tempo não namoravam. (Pv 18:24) Gosto do que disse Henry
Cloud: "Deus pode fazer as pessoas crescerem pelo namoro da mesma forma que as
faz crescer por outra atividade".
O namoro dentro da cultura brasileira, se tornou um fenômeno social, isto
porque a busca por alguém para este relacionamento, vem ocupando o primeiro
lugar na lista de prioridades na vida dos jovens. Estamos vivendo em uma
sociedade, onde infelizmente predomina a inversão dos valores, por isso
namorar é quase uma imposição até para os que estão na pré-adolescência.
Diante desta realidade que vivemos faz-se necessário refletirmos sobre alguns
pontos importantes.
O casamento começa a ser construído no namoro

Se a escolha do futuro cônjuge começa a partir do namoro, os jovens precisam
saber que: Esta é uma etapa para o conhecimento recíproco da natureza, da
consistência e da estabilidade dos sentimentos que estão envolvidos e dos que
a ele deram origem. Infelizmente, e com freqüência, o namoro tem se tornado
uma corrida mal orientada e desenfreada, que termina com um casamento às
pressas. Esta fase é importantíssima pelo fato de conduzir a um aprofundamento
de relações que é o noivado. É um período de educação de sentimentos, de abrir
muito os ouvidos e os olhos. É no namoro que começa a formação, o nascimento
do cônjuge, eis a razão porque este relacionamento deve ser administrado com
muito critério e responsabilidade. Quando os jovens não levam a sério esse
primeiro passo na direção do compromisso maior, que é o casamento, a tendência
é construir um projeto de vida vulnerável. É imprescindível que Deus seja o
Senhor do "namoro", e o resultado final será um casamento abençoado.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Assembleia de Deus batiza 2 mil pessoas em Maceió

Relembrando tempos antigos, a Assembleia de Deus (AD) em Alagoas deve batizar nas águas em torno de 2 mil pessoas – ou até mais – na manhã do dia 12 de junho na Praia de Sete Coqueiros, em Maceió. A atividade integra a programação que comemora o Centenário da denominação no País. No Brasil inteiro, uma atividade igual vai acontecer simultaneamente neste domingo. A meta nacional, de acordo com a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), é de batizar 100 mil novos membros da igreja neste dia.
O presidente da AD em Alagoas, pastor José Antonio dos Santos, afirmou que o Estado vai seguir minuciosamente o cronograma do Centenário. Em todas as congregações da capital e também do interior, haverá eventos relacionados a esta data comemorativa.
Sobre o batismo, a pretensão da igreja em Alagoas é lotar a orla da praia das 8h às 12h. Os dirigentes de Maceió e do interior estão todos convocados para esta atividade, segundo informou o pastor José Laelson da Silva, primeiro secretário da Convenção dos Ministros da Assembleia de Deus em Alagoas (Comadal) e líder da igreja no bairro do Pinheiro, na capital. Os candidatos a descer as águas serão dos 102 municípios alagoanos.
Laelson divulgou ainda que durante o batismo os assembleianos aproveitarão o momento para evangelizar os banhistas e moradores daquela região. O objetivo é fazer o resgate de pessoas não-cristãs e convidá-las para visitar uma Assembleia de Deus mais próxima, sobretudo na semana da comemoração dos 100 anos da igreja.
“Vai ser uma grande atividade evangelística, alegre, com a participação do povo de Deus. O batismo desperta a emoção nos membros, nos que vão descer as águas e também nos que ainda não conhecem a Palavra. Vamos aproveitar a ocasião e buscar mais pessoas para o Reino de Cristo. Participe você também”, convidou o pastor Laelson.
O comando do evento estará sob a responsabilidade do pastor-presidente José Antonio dos Santos e dos demais líderes da Comadal. Há possibilidade de diversos visitantes de outros Estados acompanharem o batismo na Praia de Sete Coqueiros.

Notícias Cristãs com informações da Ascom/AD via Alagoas 24 Horas

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Irmã Celina Albuquerque
Dia será de homenagens ao primeiro batismo com Espirito Santo no Pará

Um momento divisor de águas para a Assembleia de Deus é comemorado hoje. Há 100 anos, os fundadores da igreja Daniel Berg e Gunnar Vingren batizavam a primeira pessoa de acordo com os ensinamentos da nova doutrina pentecostal que surgia em Belém.
Celina Martins Albuquerque recebeu o batismo à 1h da madrugada do dia 8 de junho de 1911, uma quinta-feira. O fato histórico será lembrado hoje em todas as congregações da Assembleia de Deus.
Todos os templos de Belém participarão desse momento. O batismo de Celina Albuquerque é considerado importante por praticamente definir os caminhos adotados por Berg e Vingren dali em diante.
Os dois haviam chegado a Belém sete meses antes. Integrantes da igreja Batista, aos poucos, foram se tornando conhecidos, depois de pregarem a palavra de Deus, inicialmente no Marajó e depois de volta à capital paraense.
A intensa procura por partes de fiéis e o movimento de oração, cura e batismo protagonizado pelos dois, dividiu opiniões na igreja Batista.
Enquanto parte apoiava, havia um movimento contrário que acusava Berg e Vingren de ‘seguidores do espiritismo’. Acusados de separatismo, os dois pastores foram excluídos da igreja. Com eles seguiram mais 13 fiéis, que dias depois criaram a nova igreja.
E foi na casa de Celina Albuquerque o ponto inicial da Assembleia de Deus. Situada na rua Siqueira Mendes, a casa abrigou, durante três meses, os primeiros cultos.
O primeiro templo só viria a ser construído efetivamente no dia 8 de novembro de 1914, na então travessa Nove de Janeiro. A igreja se chamava então ‘Missão da Fé Apostólica’.
Celina Albuquerque tem apenas um registro fotográfico conhecido. Foi feito por Francisco de Assis Barreto quando a pioneira já era idosa, morando num retiro na rua Tavares Bastos.
A ideia de fotografá-la partiu de um pastor, consciente de que a irmã já vivia os últimos anos. “Eu não tinha noção da importância que essa foto teria no futuro”, diz o fotógrafo aposentado. A fotografia já correu mundo.
Celina era então professora da Escola Dominical. Segundo os relatos históricos da igreja, estava acamada, sofrendo de um possível câncer nos lábios. Teria sido curada depois de intensas noites de oração, passando a querer ser batizada de acordo com os preceitos da igreja que surgia. O batismo ocorreu na madrugada de quinta-feira, 8 de junho de 1911.
informações do Diário do Pará

terça-feira, 7 de junho de 2011


O valor do Pastor

O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);
O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);
O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;
O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja, mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus. Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.
O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;
O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;
O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;
O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;
O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);
O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;
O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;
O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);
O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja, mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;
O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;
O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
O pastor é dependente de Deus, e não de homens;
O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias;
O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas; ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
O pastor de valor forma valores;
Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!
Pr Joaquim de Paula Rosa



sábado, 4 de junho de 2011

ASSEMBLÉIA DE DEUS: UMA JORNADA HISTÓRICA

A FUNDAÇÃO DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

Por Isael Araújo

Decididos a atender ao chamado divino para a obra missionária no Brasil, Vingren deixou em 12 de outubro de 1910, o pastorado da igreja em South Bend e Daniel Berg saiu do seu emprego numa quitanda em Chicago.


Após terem experiências marcantes em relação ao dinheiro que precisariam para viajar, embarcaram em Nova Iorque na terceira classe do navio Clement rumo ao Brasil. Na viagem de quatorze dias, a comida foi péssima. Mas, eles ficaram ali, deitados na terceira classe, orando durante todo o tempo. Certo dia, Daniel profetizou que o Senhor estava com eles, e verdadeiramente sentiram isso em seus corações.

Durante o período em que estavam no navio, oraram por um companheiro de viagem, e um dos passageiros aceitou Cristo como Salvador. 

Chegaram a Belém do Pará em 19 de novembro de 1910. Em Belém, moraram no porão da Igreja Batista. Nos cultos e reuniões de oração da igreja, Vingren e Berg, quando começaram a falar o idioma português, pregavam a respeito do batismo com o Espírito Santo. O objetivo deles era pregar o evangelho de poder aos seus ouvintes. Eles não vieram ao Brasil para fundar uma igreja. 

Celina Martins Albuquerque, membro da Igreja Batista, creu na mensagem pentecostal pregada pelos jovens missionários e recebeu o batismo com o Espírito Santo quando orava de madrugada em sua casa, do dia 2 de junho de 1911, juntamente com outra irmã da sua igreja, Maria de Nazaré. 

O batismo com o Espírito Santo da irmã Celina Albuquerque, e também, da irmã Maria de Nazaré, que ocorreu na noite do dia 2 de junho, fez surgir uma discussão na Igreja Batista de Belém, que culminou na expulsão de 13 membros, no dia 13 de junho de 1911. No dia 18 do mesmo mês e ano, domingo, com 18 pessoas presentes mais Vingren e Berg, nasceu, na casa de Celina Albuquerque, a Missão de Fé Apostólica, que, em 11 de janeiro de 1918, foi registrada oficialmente como Sociedade Evangélica Assembleia de Deus.



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Festas Juninas


Texto: 2 Coríntios 6.14-18

Texto Para memorizar: “E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo de Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” 2 Co 6.16

Estamos numa época do ano em que acontecem, como em todos os anos, as ditas festas juninas, que apesar do nome acontecem também no mês de julho. Festas estas consideradas como folclóricas, mas que tem as suas raízes na idolatria. Vejamos: o Apóstolo João e o Apóstolo Pedro foram homens que serviram fielmente ao Senhor, mas eram homens comuns como nós que nasceram, cresceram, trabalharam, envelheceram e morreram (João de morte natural e Pedro foi crucificado de cabeça para baixo), mas nenhum deles ressuscitou como Jesus. Se não ressuscitaram estão mortos aguardando a volta do Senhor que virá buscar a Sua Igreja. Veja 1 Tessalonicenses 3: 16-17 que diz: "Pois o mesmo Senhor descerá do Céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”.

Ora, se festejarmos ou participarmos destes eventos, até mesmo simplesmente com a nossa presença, estamos sendo participantes de festa de ídolos, o que é contrário à Palavra de Deus que diz em Êxodo 20: 4-5 "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás, pois Eu, sou o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam". Isto é maldição. Em Atos 15: 20 Lucas diz que devemos nos abster das contaminações dos ídolos. Em 1 Coríntios 8: 1-13, o Apóstolo Paulo fala que "quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só", no versículo 7 deste capítulo o Apóstolo diz que a nossa consciência poderá ficar contaminada.

Também baseado na Palavra de Deus, tenho a considerar que qualquer festividade ou homenagem de caráter religioso a alguém que não seja o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é idolatria. E quando louvamos, buscamos, veneramos, idolatramos ou consultamos a alguém morto, estamos praticando a necromancia (culto aos mortos) o que é abominação ao Senhor, baseado no capítulo 18 de Deuteronômio.

No Salmo 119: 11 o salmista diz: "Escondi a Tua Palavra do meu coração, para não pecar contra Ti". E baseado nesta Palavra orientamos aos nossos discípulos que se abstenham de participar, organizar, freqüentar estas festas, pois será laço para sua vida espiritual.

Oriente também aos seus filhos e discípulos a não participarem de danças, quadrilhas e não comerem as comidas, não vender rifas. Ao participar estarão firmando uma aliança com os chamados padroeiros.


“Filhinhos guardai-vos dos ídolos. Amém.” 1 João 5.21

Fonte: Deus é fiel

quarta-feira, 1 de junho de 2011

MEU MELHOR AMIGO É?


SABE AQUELA PESSOA QUE ESTÁ COM VOCÊ EM TODOS OS MOMENTOS,SEJAM BONS OU RUINS,SABE ATÉ DÁ UMA BOA BRONCA PELO SEU BEM,SE VOCÊ TEM MAS DE UM...REVELE AO MUNDO AGORA E DIGA:OBRIGADO DEUS POR (...)EXISTI!!!



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